quinta-feira, 27 de junho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
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Podia até ser chamado de vertigem, fraqueza nem tanto. Uma espécie de ponto fraco assimilado ao mais forte em algum conjunto imanente. E mesmo imanência não seria abrangente o bastante. Só você é o bastante. Chega a ser um insulto a forma como é intenso pra mim, digo. Quase assolador. Como se tivesse sido encontrada uma forma de devastar sem destruir. Não sei se quero explicar, nunca sei. E também não há nada para ser esclarecido. Tudo é muito claro. Não é fácil, mas é simples. E ao mesmo tempo que é tão inefável, é sutil. É o seu nome, são planos. É esse amor imensurável e será uma infinidade de tentativas falhas - como essa - de descrevê-lo.
Por amor
Te quero assim como o mar. Quase do mesmo jeito. Te puxando com pouca força. Não que seja por descaso, é só pra você saber que eu quero que você fique. Com força suficiente pra mostrar que eu não vou te obrigar a ficar, embora cada pedaço meu queira que continue aqui. Por vontade, não por obrigação ou pena. Por saudade. Por você, por nós e não por mim. Por amor.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Proposital
Engraçada essa minha mania de querer entender tudo. Me peguei, como sempre, tentando achar um propósito pra isso. Cheguei à algumas conclusões ao mesmo tempo que me dei conta de que não faria diferença nenhuma saber se resolvi voltar a escrever pra não transbordar os pensamentos (que na maioria das vezes me levam à ela) ou se foi só pra passar o tempo, pra desanuviar... As mesmas coisas de sempre: contradições, opiniões, reclamações, pieguice e ela, acima de tudo. Talvez não tenha sido proposital, mas tá aí.
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